Este artigo foi traduzido do original em inglês publicado em 2022-02-02. Tem fins educativos e não substitui a orientação médica.

Os prazos no trabalho aproximam-se rapidamente, está a chegar a festa de aniversário do sobrinho com toda a família e, agora, a máquina de lavar roupa avariou. Parece-lhe familiar? Os seus níveis de stress podem estar a afetar os seus ciclos.

O stress afeta as hormonas femininas envolvidas no ciclo menstrual, causando disfunção ovulatória temporária ou contínua. Por outras palavras, a ovulação não ocorre como esperado. Uma mulher sob stress pode não ovular, ou a ovulação pode atrasar-se. Outro possível efeito é a ovulação não ocorrer numa fase ideal, o que pode não permitir sustentar as primeiras semanas de gravidez, por serem produzidas menores quantidades de progesterona. 

O stress e as hormonas da fertilidade

Em momentos de stress, hormonas como o cortisol são libertadas pelas glândulas suprarrenais, que controlam o stress e a pressão arterial. A gravidade e a intensidade do stress determinam o efeito do cortisol no ciclo menstrual, e a intensidade desse efeito varia de mulher para mulher. 

O cortisol e a progesterona são produzidos a partir da mesma «hormona-mãe», a pregnenolona. Quando uma mulher está sujeita a situações de stress, o organismo dá prioridade à produção de cortisol em vez de progesterona. O cortisol resulta em níveis mais baixos de estrogénio e progesterona produzidos pelos ovários, o que afeta a capacidade de produzir um óvulo saudável e de manter a gravidez nas primeiras semanas.

PdG, progesterona, fértil

Uma mulher sob stress crónico produz ainda mais cortisol. Isto inibe a produção de progesterona suficiente e pode levar a uma predominância relativa de estrogénio, agravando os sintomas pré-menstruais (PMS). Alguns sinais de que os seus sintomas pré-menstruais podem ser mais graves incluem acne, dores de cabeça, problemas digestivos (prisão de ventre, diarreia, distensão abdominal), oscilações do humor, ansiedade, irritabilidade ou raiva, fadiga e desejo de hidratos de carbono, como o açúcar.

Stress agudo e stress crónico

O stress agudo é um episódio isolado de um acontecimento desafiante num período específico. A boa notícia é que a ovulação regressará assim que a situação de stress terminar. Detetar os seus níveis de LH com a Premom permite prever quando a ovulação poderá ocorrer, mesmo que esteja atrasada. Registar o ciclo menstrual num gráfico e anotar as emoções ou acontecimentos no calendário também pode ser útil. (Observe os registos de menstruação, pequenas perdas de sangue e muco cervical no exemplo abaixo.)

Pico de LH, aumento de LH, acompanhamento de LH, Premom

O stress crónico é contínuo. As suas causas podem incluir doença, depressão, falta de sono, exercício insuficiente ou excessivo, infertilidade e défices nutricionais. Este tipo de stress desgasta o corpo e a mente. A exposição repetida a situações de stress pode reduzir os níveis de LH, inibindo a ovulação. As tiras quantitativas de LH permitem medir os níveis de LH para determinar se é provável que a ovulação ocorra. Vários aumentos de LH podem ser um sinal de stress e podem ser detetados com as tiras Premom para testes quantitativos ao longo do ciclo menstrual.

Como pode ajudar-se a reduzir o stress?

Pode começar por escolhas diárias que ajudem a prevenir o stress, como dormir o suficiente, praticar exercício regular e moderado, escrever um diário, rezar, meditar e manter uma boa alimentação.

Para alguns casais que desejam ter um filho, não conseguir engravidar rapidamente pode causar grande sofrimento emocional. Os casais podem melhorar a saúde emocional e reduzir os níveis de stress através de programas específicos, como o aconselhamento, que ofereçam métodos comprovados para melhorar o bem-estar durante o percurso rumo à parentalidade. 

A Premom oferece-lhe este apoio. Gostaria de conversar com uma das nossas especialistas em fertilidade, como Monica? Toque em «Schedule a Consultation».

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